Jornal ÉME – Cazengo – 02.04.2026 – A Secretária para Informação, Comunicação e Novas Tecnologias da Organização da Mulher Angolana (OMA), Tatiana de Morais Mbuta, apresentou no domingo (29), no município do Cazengo, o balanço da visita da Secretária-Geral da Organização, Emília Carlota Dias, às províncias do Cuanza Norte e Malanje.
O balanço foi feito durante uma conferência de imprensa com jornalistas dos órgãos de comunicação públicos e privados, que serviu também, para traçar as prioridades do novo mandato.
De acordo com a porta-voz, nas reuniões realizadas no âmbito da jornada “Março Mulher”, foram analisadas não apenas questões da vida interna da OMA, mas também temas que têm afectado grandemente as famílias e, em particular, as mulheres e as crianças, com destaque para a violência doméstica, o abuso sexual a menores e o assédio sexual.
“Neste mandato, vamos trabalhar para que a OMA volte a ser mais activa na resolução desses problemas sociais”, afirmou Tatiana Mbuta, sublinhando ainda o compromisso com o resgate da autoridade institucional da Organização.
A responsável reiterou o compromisso da OMA com o fortalecimento das famílias angolanas, a promoção do empreendedorismo feminino, o combate aos problemas sociais que afectam a juventude feminina e a revitalização da base militante através do programa “Onde anda a minha camarada”.
Tatiana Mbuta destacou ainda a presença, nesta jornada, das 21 Secretárias Executivas Provinciais da OMA de todo o país e das respetivas Coordenadoras da Comissão de Disciplina, Ética e Auditoria (CDEA).
A conferência de imprensa revelou dois momentos inéditos do actual mandato: a 1.ª Reunião do Secretariado Executivo Nacional, realizada pela primeira vez fora de Luanda, e o 1.º Encontro com as Secretárias Provinciais da OMA, com o objectivo de reforçar o alinhamento estratégico com as estruturas intermédias da Organização em todo o território nacional.
No final, a porta-voz da OMA afirmou que estão a trabalhar para que a Organização volte a ocupar o seu lugar na resolução dos problemas sociais e no fortalecimento da militância.
Texto: NJ

