Jornal ÉME – Luanda – 26.01.2026 – Eduarda Zacarias, membro do Bureau Político do MPLA, destacou (25), em Luanda, o papel da Igreja Exército da Salvação como uma mais-valia para a sociedade angolana, pelo seu contributo na preservação dos valores morais e familiares e na promoção da união social.

Falando à margem do culto de empossamento dos novos líderes territoriais da Igreja Exército da Salvação, onde representou a Direcção do Partido, Eduarda Zacarias afirmou que o MPLA reconhece a forte ligação da população angolana ao Cristianismo, considerando a Igreja uma parceira estratégica na consolidação dos princípios éticos que sustentam a convivência social.

“A Igreja tem o poder da união, uma mais-valia que muitas vezes a sociedade civil e as organizações não conseguem alcançar”, referiu durante o evento realizado na Tenda do Centro de Conferências de Belas.

Na ocasião, a dirigente reiterou a condenação do MPLA a práticas de abuso sexual, sobretudo contra crianças e mulheres, defendendo uma actuação conjunta entre o Partido, o Governo e as Igrejas no combate e na erradicação dessas práticas, em defesa dos direitos humanos.

Dirigindo-se aos novos líderes empossados, Eduarda Zacarias deixou uma mensagem de coragem, garantindo o apoio da Direcção do MPLA para o trabalho conjunto em prol de uma sociedade cada vez melhor, alicerçada em valores cristãos e morais.

Eduarda Zacarias esteve acompanhada, no acto, pelo director do Departamento para a Política Económica e Social do MPLA, Fernando Muquepe.Sob o lema “Renovar para servir 2026-2030”, o culto foi marcado por momentos de louvor, orações e reflexão bíblica baseada em Romanos 12:1-3, contando com a participação de fiéis provenientes de várias províncias do país, da Banda Nacional, Pandeiristas Nacionais, classe bíblica, colégios de cadetes, oficiais administrativos e reformados.

A cerimónia incluiu a troca de presentes entre os comissários da Igreja Exército da Salvação de Angola, Botsuana, Zimbábue e Madagáscar, e contou com a presença de representantes de partidos políticos, da Polícia Nacional de Luanda e do Ministério da Cultura.

Texto: JG

Fotos: DG