Jornal ÉME – Luanda – 02.10.2026 – A Vice-Presidente do MPLA, Mara Quiosa, destacou (02.10), durante as exéquias de Maria Eugénia da Cruz, o seu percurso de participação na luta de libertação e o papel desempenhado ao lado de Viriato da Cruz.
Em declarações durante o funeral, Mara Quiosa considerou que recordar Maria Eugénia da Cruz implica igualmente evocar a trajectória de Viriato da Cruz, seu esposo e uma das figuras ligadas à fundação do MPLA e à luta de libertação nacional.
“Falar da camarada Maria Eugénia da Cruz obriga-nos também a falar do camarada Viriato da Cruz, seu esposo e uma figura incontornável da história do MPLA e da luta de libertação do nosso país”.
Segundo a Vice-Presidente do MPLA, Maria Eugénia da Cruz viveu, à semelhança do seu esposo, as dificuldades e vicissitudes próprias do período da luta de libertação, tendo participado em acções clandestinas realizadas naquele contexto.
“Enquanto esposa de Viriato da Cruz, Maria Eugénia viveu também todas as vicissitudes próprias daquele tempo e participou em muitas das acções clandestinas que eram realizadas naquela altura”.
Mara Quiosa sublinhou, por isso, que a trajectória de Maria Eugénia da Cruz permite reconhecê-la como uma mulher que esteve ligada aos esforços pela conquista da liberdade e da Independência de Angola.
“Podemos considerá-la também como uma combatente da liberdade e da independência do nosso país”.
Ao recordar a malograda, a Vice-Presidente do MPLA afirmou que a sua partida representa uma perda sentida, manifestando solidariedade à família e destacando o respeito e reconhecimento pela trajectória de Maria Eugénia da Cruz.
“Nesta hora de dor e de luto, a Direcção Central do nosso Partido verga-se com respeito e reconhecimento diante da figura de Maria Eugénia da Cruz e endereça à família enlutada as suas mais sentidas condolências”.
Texto: AKP
Fotos: DG

